Sunday, October 02, 2011

 

About US economy

Na sexta cobre caiu com força.
Link com diversos comentarios sobre problems da economia dos eua:
http://www.kingdomcalling.com/2011/09/30/signs-the-us-economy-is-falling-hard/

Sunday, September 11, 2011

 

Fisher

continua otimista.

Friday, August 05, 2011

 

comentarios diversos

Marc Faber diz que espera para out/novembro que o sp500 chegue na faixa de 1050 a 110 pontos.
Porém no momento pode haver uma reação. Fala em 40 a 50 pontos.
Mark Hulbert disse hoje de manhã que o pregão de ontem não seria o fundo do poço. Fiquei a pensar que poderia ser hoje.
Há pouco deu no forum b-a-s-t.e.r que a sp acaba de rebaixar os eua.

Thursday, May 26, 2011

 

os navios da vale

obtido por pesquisa no google (site da abrepa):

O maior mineraleiro do mundo recebe a primeira carga de sua história: 400 mil toneladas
PortosMA - - HOME - 25/05/2011 - 08:02:22

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O evento foi festejado pela Vale que reuniu jornalistas e convidados no Terminal de Ponta da Madeira




Imagens mostram o início do embarque das 400 mil toneladas de minério de ferro

Por Carlos Andrade, da Redação, com dados da Assessoria da Vale

Terça-feira, 24 de maio de 2011, 10h45. Esta data entra para a história da logística do país como o marco que mudou o patamar dos embarques de minério de ferro nos portos brasileiros, mais precisamente no Terminal de Ponta da Madeira, de propriedade da Vale, em São Luís, capital do estado do Maranhão. Ao lado do vice-governador do Washington Luiz, do operador portuário Josemar da Silva e do capitão do navio, David Powell, o Diretor Executivo de Operações Integradas da Vale, Eduardo Bartolomeo, acionou o manete que deu início aos primeiros quilos de minério que começaram a ser despejados em um dos sete porões do Vale Brasil, de um total de 400 mil toneladas. A carga, a maior e mais pesada do mundo em um único embarque, precisará de 48 horas para ser totalmente embarcada, quando, só então, iniciará sua primeira viagem comercial rumo a China, onde deverá ser descarregada em dois portos.

No mundo todo, apenas três portos tem capacidade para atracar este novo e soberano gigante dos mares: o chinês Dalian; Roterdã, na Holanda e Ponta da Madeira, no Maranhão. “Estamos concluindo os trabalhos de dragagem no porto de Tubarão, no Espírito Santo, para que este seja incluído incluindo nesta seleta lista, o que deverá acontecer já no segundo semestre deste ano”, garante Cláudio Augusto Mendes, diretor de operações portarias da empresa. Com um calado de 23 metros, o Vale Brasil precisa de uma profundidade mínima de 25 metros de lâmina D´agua para operar com segurança. O Pier IV, em construção na área da Ponta da Madeira, em São Luís, também terá calado suficiente – 25 metros de lâmina d´água para receber esta nova série de gigantes dos mares. Ou seja, a lista de alternativas para atracar esta nova série de mineraleiros deverá subir para cinco.

O Vale Brasil consolida um longo processo de investimentos que a Vale, historicamente, vem realizando em infraestrutura, elemento-chave para a competitividade do minério de ferro brasileiro no mercado internacional. “Não paramos de investir e inovar. Os investimentos da Vale em infraestrutura são os maiores da história do país, resultando em uma logística eficiente para os nossos clientes. Foram US$ 9 bilhões nos últimos seis anos e, somente em 2011, serão US$ 5 bilhões de investimentos na cadeia integrada mina-ferrovia-porto-navegação”, afirma o diretor executivo de Operações Integradas, Eduardo Bartolomeo.

O navio Vale Brasil foi encomendado pela Vale ao estaleiro Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering Co, na Coreia do Sul. Trata-se do maior navio mineraleiro do mundo, com capacidade de 400 mil toneladas, 362 metros de comprimento e 65 metros de largura. O Vale Brasil é o primeiro de uma encomenda de sete ao estaleiro coreano, que totaliza investimento de US$ 748 milhões. A Vale também possui encomenda de 12 navios com capacidade de 400 mil toneladas ao estaleiro Rongsheng Shipbuilding and Heavy Industries, na China. Os navios em construção no estaleiro chinês somam um investimento de US$ 1,6 bilhão.

Uma infra-estrutura logística altamente eficiente constitui-se em elemento-chave para a competitividade no mercado de minério de ferro. Com o intuito de maximizar a eficiência de suas operações e atender ao crescimento da demanda global, a Vale está desenvolvendo várias iniciativas para obter economias de escala. Os navios encomendados farão parte da solução logística entre os terminais marítimos da empresa no Brasil e os clientes asiáticos. Os mineraleiros têm alto padrão de segurança e contribuirão para reduzir o custo de transporte transoceânico de minério de ferro para as empresas siderúrgicas.

Logística da Vale inova e dá outro salto de competitividade

Além dos 19 navios próprios de 400 mil toneladas, a Vale terá, ainda, outros 16 com as mesmas dimensões, com operação exclusiva para a empresa em contratos de longo prazo assinados com armadores parceiros. Esses 35 navios deverão ser entregues entre 2011 e 2013. “Com a nossa frota de navios próprios e contratados conseguimos diminuir a volatilidade no mercado de frete. A volatilidade afeta não somente o preço do frete, como também o preço do próprio minério. À medida que os novos navios começarem a operar, a estabilidade do frete e do minério será ainda maior, favorecendo a Vale e seus clientes siderúrgicos”, afirma o diretor executivo de Marketing, Vendas e Estratégia, José Carlos Martins. Do conceito ao projeto básico, a engenharia dos maiores navios mineraleiros do mundo é brasileira. O desenvolvimento do projeto representou um enorme desafio tecnológico em termos de inovação e o resultado foi atingido. O Vale Brasil permite uma grande velocidade de carregamento e descarregamento, adequada aos portos mais modernos do mundo, além de reduzir as emissões de carbono em 35% por tonelada de minério transportada.

Encomendas da Vale aquecem a indústria naval brasileira

Nos últimos dois anos, a Vale encomendou a construção de 51 embarcações, entre rebocadores, comboios fluviais e catamarãs, a estaleiros nacionais, contribuindo para o aquecimento da indústria naval brasileira, com a geração de 2.465 empregos diretos e indiretos e investimento de R$ 403,9 milhões. São 15 rebocadores encomendados no Brasil, sendo 11 construídos no estaleiro Detroit, em Itajaí (SC) e outros quatro no estaleiro Santa Cruz, em Aracaju (SE). Desse total, 13 embarcações já foram entregues à Vale. Os rebocadores serão alocados às operações do Complexo de Tubarão (ES), do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (MA), do Terminal da Ilha Guaíba -TIG (RJ), do porto de Vila do Conde e de Porto Trombetas (PA). Com a nova frota, a Vale passará a operar um total de 29 rebocadores.

A nova frota de rebocadores possui alta potência e capacidade de manobra, o que contribuirá para o aumento da produtividade dos portos, além de proporcionar mais segurança às manobras de atracação e desatracação dos maiores navios mineraleiros que operam hoje no mundo. Somente com a construção dessas embarcações serão gerados 1.530 novos empregos, entre diretos e indiretos. Além dos rebocadores, estão em construção no estaleiro Rio-Maguari, no Pará (PA) dois comboios fluviais, formados por dois empurradores e 32 barcaças, e dois catamarãs no estaleiro Arpoador, em Angra dos Reis, para transporte de empregados do Terminal da Ilha Guaíba, totalizando 51 embarcações. As encomendas devem ser entregues ainda este ano. A construção dos comboios e catamarãs vai gerar 695 empregos diretos e outros 140 empregos indiretos.
Para o gerente do Consórcio de Rebocadores, Paulo Nicolau, a operação de atracagem do Vale Brasil foi atípica pelas dimensões do navio, porém, pela experiência adquirida com anos de fainas do igualmente gigantesco, Berge Stahl, tudo ocorreu normalmente. Foram utilizados seis rebocadores na operação, entre eles o Sossego e o Fazendão, todos com potencia acima de 75 TTE – Tonelagem de Tração Estática. “A empresa se preparou muito antes para este momento e os rebocadores recentemente adquiridos pela Vale, no total de 13, foram dimensionados para atender a este novo conceito de navios superdimensionados para operar com cargas próximas de meio milhão de toneladas”, explica Paulo Nicolau.

Investimentos da Vale ampliam capacidade de Ponta da Madeira

Com a entrada em operação de novos super mineraleiros como o Vale Brasil, o Terminal Portuário de Ponta da Madeira (TPPM), em São Luís, vai se tornar, em 2012, o principal porto do país em capacidade e volume de movimentação de cargas. Além do aumento do volume de minério de ferro a ser escoado pelo porto, a movimentação de grãos terá em Ponta da Madeira uma importante base de transporte de soja e milho, produzidos no Nordeste (Maranhão e Piauí, principalmente), no Norte (Tocantins) e Centro-Oeste. Esses produtos serão transportados pela Ferrovia Norte Sul (FNS), operada pela Vale, em conexão com a Estrada de Ferro Carajás (EFC). O porto será uma alternativa aos três portos do Sul/Sudeste: Rio Grande (RS), Paranaguá (PR) e Santos SP).

Para transformar Ponta da Madeira no maior porto do país, a Vale investirá US$ 2,9 bilhões em 2011 em aumento de capacidade, com a instalação de um novo píer de atracamento, o Píer IV, e em obras de dragagem para ampliar o calado, que já é um dos maiores do mundo. Este investimento também contempla a duplicação da EFC, em 115 km.

O Píer IV vai elevar a capacidade do Terminal Portuário de Ponta da Madeira para 150 milhões de toneladas em 2012. Será capaz de receber e carregar dois navios simultaneamente. Voltado para embarcações de grande porte, o píer será destinado a navios entre 150 mil e 400 mil toneladas. Ponta da Madeira já é um dos maiores portos do mundo e o único a carregar plenamente o navio graneleiro Berge Stahl, de 346 mil toneladas e, agora, o Vale Brasil. Segundo Eduardo Bartolomeo, o Pier IV é hoje a maior obra portuária em construção no mundo e disse que Ponta da Madeira de hoje será o sistema de tubarão de amanhã. “A Vale faz no Maranhão o maior investimento de logística do mundo”, garantiu. Ele revelou que o Vale Brasil faz parte de uma estratégia de competitividade que vai possibilitar a estabilização do valor do frete para a Ásia. “Este navio tem o dobro da capacidade dos mineraleiros normais. A expectativa é de receber outros quatro navios desse porte até o ano de 2013”, revelou.

Três píeres no TPPM

O Terminal Portuário de Ponta da Madeira (TPPM) é um porto privado pertencente à Vale, inaugurado no ano de 1986, que está localizado no Complexo Portuário de Itaqui, à margem leste da Bahia de São Marcos, na Ilha de São Luis (MA). O terminal possui três píeres. O Píer I possui um calado de 23 metros e comprimento equivalente de berço de 330 metros, conseguindo receber navios de grande porte como o Vale Brasil, maior mineraleiro do mundo, com capacidade de 400 mil toneladas, 362 metros de comprimento e 65 metros de largura.

O Píer III possui dois berços contínuos de atracação, com comprimento total de 694 metros, tendo como prioridade a atracação simultânea de dois navios de menor porte. Tanto o Píer I quanto o Píer III movimentam minério de ferro, pelotas e manganês. O Píer II, arrendado pela Vale junto à Empresa Maranhense de Administração Portuária EMAP), administradora do Porto de Itaqui, possui 18 metros de calado e 280 metros de comprimento e é destinado a produtos como soja, ferro-gusa e concentrado de cobre, sendo os dois últimos prioridade por serem de maior valor agregado. Em 2010, o TPPM movimentou 99,1 milhões de toneladas de minério e carga geral. Já em 2009, a movimentação de carga foi de 91,7 milhões de tonelada.

Inteligência Artificial em Ponta da Madeira

No Terminal Portuário de Ponta da Madeira (TPPM), a Vale desenvolveu um sistema de inteligência artificial que permite operar, de forma remota, as máquinas empilhadeiras e recuperadoras usadas para transferir o minério do pátio até o navio. O sistema possibilita o comando à distância das máquinas a partir do Centro de Controle e Operações do Porto. O Maranhão é o primeiro Estado do Brasil a ter um terminal portuário com todas as máquinas de pátio operando em modo remoto.

Além disso, o porto da Vale já trabalha com modelos matemáticos avançados que simulam o comportamento de atracação dos navios nos píeres, prevendo por exemplo a velocidade dos ventos e as correntes. A empresa mantém um modelo reduzido do terminal portuário na sede da Universidade de São Paulo (USP), onde acontecem as simulações de correntes marítimas e marés e seus efeitos sobre os navios em manobras e atracados nos píeres, além de permitir simular as manobras de atracação e desatracação dos navios.
No modelo reduzido são realizados também treinamentos da equipe técnica do porto, além de permitir aos práticos e à Marinha avaliar a viabilidade das manobras dos navios. O modelo físico foi construído em 1979, em um enorme galpão e ocupa uma área de 1.600m2 e é resultado da parceria técnico-científica da Vale e a Universidade de São Paulo (USP).

O vice-governador Washington Luiz Oliveira, representou a governadora Roseana Sarney durante a cerimônia de carregamento do Vale Brasil que tem como empresa agenciadora a LBH Brasil e foi atracado pelo prático Carlos Figueiredo, um dos mais antigos do Maranhão. Para o seu colega de praticagem, Nilo Monteiro, atracar o Vale Brasil não é muito diferente de atracar o Berge Stahl e reconhece: “O pontal (boca) de 63 metros é o maior desafio para se domar um gigante dessa magnitude, mais até que os 362 metros de comprimento”, ensina o prático Nilo. O evento foi presidido pelo diretor executivo de Operações Integradas da Vale, Eduardo Bartolomeo e contou com a presença do secretário de estado de Indústria e Comércio, Maurício Macedo; do presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Luis Carlos Fossati; do presidente da Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), Edilson Baldez, do Presidente do Syngamar Jorge Afonso, entre outras autoridades.

Para ver as fotos CLICK AQUI

Lugar: PORTOSMA
Fonte: Vale/Redação
http://www.clippingexpress.

Wednesday, May 04, 2011

 

Santander opina sobre projeçoes de lucro de diversas empresas

do site do memes:

28/04/2011 28/04/2011 04:49
As 10 ações que serão mais beneficiadas pelos balanços do 1º trimestre

Santander avalia projeções para a temporada de resultados e lista companhias que serão melhor impactadas

Marcel Salim - EXAME.com

São Paulo – De olho nas projeções para a temporada de resultados das companhias brasileiras, referentes ao primeiro trimestre de 2011, a equipe de pesquisa do Santander listou as 10 ações que serão mais beneficiadas por conta da divulgação dos balanços das empresas.

Os analistas Leonardo Milane e Marcelo Audi acreditam que os papéis da Brasil Foods (BRFS3), EZTec (EZTC3), MRV (MRVE3), Iochpe-Maxion (MYPK3), Randon (RAPT3), Cemig (CMIG3), Cesp (CESP3), Copel (CPLE3), BR Properties (BRPR3) e Vale Fertilizantes (FFTL3) serão os mais beneficiados após a apresentação do resultado de cada companhia.

Em sentido contrário, as ações que poderão ter o pior desempenho são: JBS (JBSS3), Gafisa (GFSA3) e Light (LIGT3).

Em relatório, o Santander afirma também que as empresas do setor de mineração são as que devem apresentar o maior lucro por ação entre todos os setores do Ibovespa, com um avanço de até 224%. Este aumento ocorrerá por conta da alta de 165% no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) das companhias do setor, graças o aumento nos preços do minério de ferro.

A Vale, maior produtora da commodity no mundo, será a mais beneficiada. A estimativa do Santander para todas as companhias brasileiras listadas no Ibovespa é de um avanço de 40,7% no Ebitda e de 48% nos lucros por ação após a apresentação dos resultados do primeiro trimestre deste ano, em comparação a igual período do ano passado. Excluindo apenas o resultado da Vale, a estimativa cai para 10,4% e 14%, respectivamente.

Essa queda brusca ocorre “em decorrência das projeções de fracos resultados particularmente em três setores: petróleo, gás e petroquímico; siderurgia e agronegócio”, explicam os analistas.

No ranking do Santander, os setores que poderão apresentar o maior lucro por ação são: mineração (+224%), alimentos e bebidas (+67%), incorporação e construção (+46%); saúde (45%), e educação (+44%). Na contramão, o pior ganho por ação deve vir dos seguintes setores: siderurgia (-26%), petróleo, gás e petroquímica (-14%) e agronegócio (-9%).

Wednesday, April 13, 2011

 

Husseini and oil

from the guardian, guardian.co.uk


WikiLeaks cables: Saudi Arabia cannot pump enough oil to keep a lid on prices

US diplomat convinced by Saudi expert that reserves of world's biggest oil exporter have been overstated by nearly 40%

• Jeremy Leggett: We are asleep at the wheel on peak oil
• How much oil does Saudi Arabia actually have?

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* John Vidal, environment editor
* guardian.co.uk, Tuesday 8 February 2011 22.00 GMT
* Article history

Aerial View of Oil Refinery
Saudi oil refinery. WikiLeaks cables suggest the amount of oil that can be retrieved has been overestimated. Photograph: George Steinmetz/Corbis

The US fears that Saudi Arabia, the world's largest crude oil exporter, may not have enough reserves to prevent oil prices escalating, confidential cables from its embassy in Riyadh show.

The cables, released by WikiLeaks, urge Washington to take seriously a warning from a senior Saudi government oil executive that the kingdom's crude oil reserves may have been overstated by as much as 300bn barrels – nearly 40%.

The revelation comes as the oil price has soared in recent weeks to more than $100 a barrel on global demand and tensions in the Middle East. Many analysts expect that the Saudis and their Opec cartel partners would pump more oil if rising prices threatened to choke off demand.

However, Sadad al-Husseini, a geologist and former head of exploration at the Saudi oil monopoly Aramco, met the US consul general in Riyadh in November 2007 and told the US diplomat that Aramco's 12.5m barrel-a-day capacity needed to keep a lid on prices could not be reached.

According to the cables, which date between 2007-09, Husseini said Saudi Arabia might reach an output of 12m barrels a day in 10 years but before then – possibly as early as 2012 – global oil production would have hit its highest point. This crunch point is known as "peak oil".

Husseini said that at that point Aramco would not be able to stop the rise of global oil prices because the Saudi energy industry had overstated its recoverable reserves to spur foreign investment. He argued that Aramco had badly underestimated the time needed to bring new oil on tap.

One cable said: "According to al-Husseini, the crux of the issue is twofold. First, it is possible that Saudi reserves are not as bountiful as sometimes described, and the timeline for their production not as unrestrained as Aramco and energy optimists would like to portray."

It went on: "In a presentation, Abdallah al-Saif, current Aramco senior vice-president for exploration, reported that Aramco has 716bn barrels of total reserves, of which 51% are recoverable, and that in 20 years Aramco will have 900bn barrels of reserves.

"Al-Husseini disagrees with this analysis, believing Aramco's reserves are overstated by as much as 300bn barrels. In his view once 50% of original proven reserves has been reached … a steady output in decline will ensue and no amount of effort will be able to stop it. He believes that what will result is a plateau in total output that will last approximately 15 years followed by decreasing output."

The US consul then told Washington: "While al-Husseini fundamentally contradicts the Aramco company line, he is no doomsday theorist. His pedigree, experience and outlook demand that his predictions be thoughtfully considered."

Seven months later, the US embassy in Riyadh went further in two more cables. "Our mission now questions how much the Saudis can now substantively influence the crude markets over the long term. Clearly they can drive prices up, but we question whether they any longer have the power to drive prices down for a prolonged period."

A fourth cable, in October 2009, claimed that escalating electricity demand by Saudi Arabia may further constrain Saudi oil exports. "Demand [for electricity] is expected to grow 10% a year over the next decade as a result of population and economic growth. As a result it will need to double its generation capacity to 68,000MW in 2018," it said.

It also reported major project delays and accidents as "evidence that the Saudi Aramco is having to run harder to stay in place – to replace the decline in existing production." While fears of premature "peak oil" and Saudi production problems had been expressed before, no US official has come close to saying this in public.

In the last two years, other senior energy analysts have backed Husseini. Fatih Birol, chief economist to the International Energy Agency, told the Guardian last year that conventional crude output could plateau in 2020, a development that was "not good news" for a world still heavily dependent on petroleum.

Jeremy Leggett, convenor of the UK Industry Taskforce on Peak Oil and Energy Security, said: "We are asleep at the wheel here: choosing to ignore a threat to the global economy that is quite as bad as the credit crunch, quite possibly worse."

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Cable: Saudi oil company oversold ability to increase production, embassy told
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Sunday, January 30, 2011

 

Marc Fabr espera baixas

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Faber Sees 10% Retreat in S&P 500 Index, Saying U.S. Stocks Are Overbought
By Rita Nazareth and Carol Massar - Jan 25, 2011 7:09 PM GMT-0200

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Marc Faber of Marc Faber Ltd

Marc Faber, founder and managing director of Marc Faber Ltd. Photographer: SeongJoon Cho/Bloomberg

Marc Faber, who told investors to buy U.S. stocks in March 2009 before the Standard & Poor’s 500 Index began to rally, said the gauge may drop 10 percent because too many investors are bullish.

“A correction is coming,” Faber said in an interview from Zurich with Carol Massar and Matt Miller on Bloomberg Television’s “Street Smart.” “Equities in the U.S. will go down less than emerging markets.” He predicts a drop of as much as 30 percent for equities in developing countries.

The MSCI Emerging Markets Index has advanced 134 percent from its low in March 2009, while the S&P 500 jumped 91 percent. Equities gained as central banks kept interest rates near record lows and governments spent trillions of dollars to spur growth. On Nov. 3, the Federal Reserve said it would buy an additional $600 billion of Treasuries through June.

Faber correctly predicted in May 2005 that stocks would make little headway that year. The S&P 500 gained 3 percent. He was less prescient in March 2007, when he said the S&P 500 was more likely to fall than rise because the threats of faster inflation and slower growth persisted. The S&P 500 then climbed 10 percent to its record of 1,565.15 seven months later, and ended the year up 3.5 percent.

Bonds

Faber, who publishes the Gloom, Boom and Doom report, reiterated his views from a Dec. 30 interview with Bloomberg News when he said that U.S. Treasury bonds are a “suicidal” investment and are likely to decline in the long-term.

After bottoming in December 2008, the 10-year Treasury yield rose as high as 3.9859 percent in April on government measures to stimulate the economy. Concern about a second recession in three years sent yields lower through October. Treasuries rose today, pushing yields on 30-year bonds down the most this year, on speculation President Barack Obama will propose a five-year freeze of non-security discretionary spending to help cap record deficits.

“Treasuries are the best place for the next 10 days,” Faber said. “Not for the longer-term”

To contact the reporters on this story: Rita Nazareth in New York at rnazareth@bloomberg.net; Carol Massar at cmassar@blooomberg.net

To contact the editor responsible for this story: Nick Baker at nbaker7@bloomberg.net.

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